quarta-feira, 22 de maio de 2019

Campo Society no bairro CDHU

O que um dia foi um sonho, hoje está prestes a se realizar.
Sonhamos juntos, idealizamos juntos eu, Vereadores Breno Anaya e Thales Satim com a verba concedida pelo na época Deputado Márcio Marcio Camargo.
Onde na data de 15 de Junho de 2018 recebemos a ilustre presença do Deputado Estadual, Márcio Camargo e Assessoria Parlamentar em nossa cidade, onde fomos conferir e mostrar o andamento da obra do campo Society no bairro CDHU.
E hoje as fotos falam por si.
Nosso eterno agradecimento ao Senhor Marcio Camargo.









Informativo: PROJETO KICKBOXING AULAS GRATUITAS NO EDUCANDÁRIO




Com apoio da Prefeitura Municipal, o PROJETO KICKBOXING PARA TODOS, oferece aulas 100% gratuitas para crianças e adolescentes de 06 a 17 anos. As aulas acontecem na escola do Educandário, localizado à Rua Manoel Rodrigues Fontes, Vila Carmem.
Você que ainda não inscreveu seu filho (a) corre que ainda dá tempo, ainda há 10 vagas disponíveis.
✍️Segunda e Quarta- feira – das 16h às 17:30h.
✍️Terça e Quinta-feira – das 10h às 11:30h.
A arte marcial, entre tantos benefícios, melhora o desenvolvimento, auxilia na disciplina, proporciona mais qualidade de vida e a concentração nos estudos.
✍️Veja mais aqui:http://cachoeirapaulista.sp.gov.br/…/projeto-kickboxing-au…/

terça-feira, 21 de maio de 2019

Informativo: Conheça a diferença entre dengue, zika e chikungunya



Saiba mais....
Dengue, zika e chikungunya são três infecções transmitidas pelos mesmos vetores, os mosquitos Aedes aegypiti e o Aedes albopictus. Elas possuem sintomas parecidos, mas algumas caraterísticas podem ajudar a diferenciá-las.
Não existe tratamento específico para as infecções por estes vírus. A orientação do Ministério da Saúde é que na presença de qualquer sintoma, o paciente procure a unidade de saúde mais próxima. Além disso, deve fazer repouso e ingerir de bastante líquido durante os dias de manifestação de sintomas. Alguns medicamentos como ácido acetilsalicílico e outros anti-inflamatórios, podem aumentar complicações hemorrágicas, principalmente em caso de dengue. Por isso, ao apresentar os sintomas a pessoa não deve se automedicar.
Confira o quadro e descubra as principais diferenças entre a dengue, zika e chikungunya



quinta-feira, 16 de maio de 2019

A febre do Mayaro

Informativo : ALERTA



A febre do Mayaro é causada por um arbovírus da família do vírus que transmite a febre chikungunya, por isso a semelhança dos sintomas nas duas
O vírus Mayaro (MAYV) é um arbovírus (nome que recebem os vírus transmitidos por artrópodes, ou seja, por mosquitos, aranhas ou carrapatos, por exemplo). Ele pertence ao gênero Alphavirus da família dos Togavirus (Togaviridae), a mesma do vírus que transmite a febre chikungunya. Isso pode explicar a semelhança dos sintomas nas duas doenças.
O Mayaro é um vírus originário das Américas. Foi isolado, pela primeira vez, em 1954, em trabalhadores rurais que viviam em Trinidad e Tobago, ilhas na região do Caribe. No Brasil, a identificação ocorreu no ano seguinte, durante o surto de uma doença febril aguda que acometeu uma comunidade rural próxima a Belém do Pará. Atualmente, o vírus Mayaro é endêmico na Amazônia, especialmente nos estados das regiões Norte (Pará e Tocantins) e Centro-Oeste. Goiás concentra o maior número de casos confirmados da doença em pessoas que foram infectadas na zona rural ou da mata.
Embora os estudos sejam escassos, parece que a presença do vírus estava restrita às áreas cobertas pelas florestas tropicais úmidas da América do Sul. No entanto, ele foi isolado também em primatas não humanos (PNH) e em aves migratórias nos Estados Unidos. Recentemente, pesquisadores da Universidade da Flórida (EUA) identificaram o vírus Mayaro no Haiti, num garoto com febre e dores abdominais, que apresentou resultados negativos para testes específicos para a chikungunya e a zika. Esse achado sugere que o Mayaro pode estar se espalhando pelo continente americano. Pesquisadores do Instituto Osvaldo Cruz registraram evidências de sua presença no Pantanal do Mato Grosso do Sul, sinal de que ele pode ter passado por um processo de adaptação e vir a alcançar outras regiões do país.
TRANSMISSÃO DA FEBRE DO MAYARO

A febre do Mayaro é uma doença silvestre transmitida por mosquitos, especialmente pelas picadas do Haemagogus janthinomys, que também transmite a febre amarela. De hábitos diurnos (o período de maior atividade é entre nove e dezesseis horas), ele habita a copa das árvores e a vegetação de áreas úmidas próximas aos rios.
Possivelmente os macacos sejam o principal reservatório do vírus Mayaro, que já foi encontrado em cavalos, répteis, roedores e aves, por exemplo. Acredita-se que os primatas não humanos funcionam como hospedeiros amplificadores do vírus, uma vez que apresentam grande carga viral na corrente sanguínea, o que funciona como reservatório do germe para o provimento dos mosquitos vetores.
Quando o mosquito pica um animal infectado, adquire o vírus que completa seu ciclo de evolução no organismo do inseto, e é transmitido na saliva do mosquito quando ataca animais ou seres humanos sadios.

Ensaios em laboratório já demonstraram que os mosquitos Aedes aegypti e Aedes albopictus podem ser vetores do Mayaro. O fato de viverem próximos do homem e de se adaptarem facilmente ao ambiente urbano representa risco maior de se tornarem vetores envolvidos na disseminação da infecção pelo Mayaro. Além disso, as pesquisas também indicam que outros gêneros de mosquitos (Culex, Sabethes, Psorophora) podem espalhar esse vírus entre os habitantes de cidades atualmente fora da área de risco. Até o momento, não foram registrados casos de transmissão urbana do vírus.
SINTOMAS DA FEBRE DO MAYARO

Os sintomas aparecem poucos dias depois de a pessoa ter sido infectada. As queixas são:
Febre de início abrupto, mas de curta duração (dois ou três dias);
Calafrios;
Dor de cabeça (cefaleia);
Manchas vermelhas na pele (exantema);
Dores musculares (mialgia);
Linfonodos inguinais;
Fotofobia;
Náuseas;
Tontura.
As dores nas articulações (artralgia), associadas ou não a inchaço (edema), podem persistir por meses e tornarem-se incapacitantes. Encefalite (inflamação do cérebro) é uma complicação que pode ocorrer nos casos graves da doença.
A febre do Mayaro, no entanto, é uma doença autolimitada. Os sintomas tendem a desaparecer espontaneamente em menos de uma semana. Também não é uma enfermidade contagiosa. Só é transmitida pela picada de mosquitos infectados, isto é, não passa de uma pessoa para outra, nem diretamente, nem através de animais portadores do vírus. Uma vez infectada, a pessoa desenvolve imunidade ao vírus por toda a vida.
DIAGNÓSTICO DA FEBRE DO MAYARO
Embora o Mayaro seja um vírus conhecido há bastante tempo, nem sempre a doença é diagnosticada e a notificação às entidades públicas de saúde deixa de ser realizada.
Os sintomas da doença são muito parecidos com os da dengue e da febre chikungunya, o que dificulta o diagnóstico baseado na análise do quadro clínico e/ou no levantamento do histórico do doente. É necessário recorrer a testes sorológicos específicos que conseguem detectar a presença do vírus no organismo.
PREVENÇÃO DA FEBRE DO MAYARO
Não existem vacinas contra a infecção causada por um arbovírus e transmitida pelo mosquito Haemagogus janthinomys. A prevenção restringe-se a dois cuidados básicos:
evitar frequentar as áreas de maior risco nos períodos em que os vetores silvestres estão mais ativos, ou seja, nos meses da primavera e verão, que são os mais quentes e úmidos do ano;
diminuir ao máximo a exposição do corpo (uso de repelentes e de roupas compridas, por exemplo) às picadas do mosquito. Os repelentes indicados pela Organização Mundial de Saúde para manter os mosquitos longe são a Icaridina, o DEET e o IR 3535.

TRATAMENTO DA FEBRE DO MAYARO
O tratamento da febre do Mayaro é sintomático. O paciente deve permanecer em repouso, manter-se bem hidratado e ingerir alimentos saudáveis.
Medicamentos para alívio da dor (analgésicos), baixar a febre (antipiréticos), e os anti-inflamatórios são úteis para controle dos sintomas. Como acontece em outras doenças transmitidas por outros vírus, AAS e aspirina são drogas contraindicadas, porque podem desencadear complicações hemorrágicas.
RECOMENDAÇÕES SOBRE A FEBRE DO MAYARO
Estudos recentes sugerem a possibilidade de o vírus Mayaro invadir as regiões urbanas. Para tanto, pesam alguns fatores, tais como a transmissão do vírus nas áreas de floresta degradada da Amazônia em virtude do desmatamento; o aparecimento de novos vetores nas áreas urbanas de que são exemplos os pernilongos e os mosquitos Aedes aegypti e albopictus, assim como o surgimento de hospedeiros amplificadores nas grandes cidades.
Num país das dimensões do Brasil, com chuvas e calor praticamente o ano inteiro, é muito difícil, quase impossível, erradicar completamente os mosquitos vetores. Portanto, é fundamental manter vigilância constante contra a proliferação dos mosquitos, o que não é fácil. Só para ter uma ideia, o Aedes aegypti já foi eliminado uma vez em São Paulo e outra no Rio de Janeiro. Foi eliminado, mas voltou e pode se transformar num vetos do vírus Mayaro. Para evitar que isso aconteça, é preciso redobrar os cuidados e cada um de nós deve fazer a sua parte.

PERGUNTAS FREQUENTES SOBRE A FEBRE DO MAYARO
A doença pode matar?
Já foram registrados relatos de casos graves, em que a infecção causou complicações neurológicas, miocardite, hemorragia e até morte. Contudo, casos como esses são raros. Na grande maioria das vezes, a doença é leve e os sintomas somem espontaneamente.

De onde surgiu o nome ‘Mayaro’?
Nas ilhas de Trinidad e Tobago existe uma cidade chamada Mayaro, onde o vírus foi isolado pela primeira vez, na década de 50. Foi daí que surgiu o nome da doença.
Fonte :

UFRJ descobre o vírus mayaro, 'primo' do chicungunha, no estado do Rio Entre os sintomas provocados estão dores intensas nas articulações, que se prolongam por meses

"O mayaro já está aqui e ele é transmitido pelo mosquito Haemagogus, o mesmo mosquito que transmite o vírus da febre amarela. O vírus mayaro que está aqui no Rio de Janeiro, assim como o de febre amarela, ainda é silvestre, ou seja ele está nas altas matas, ainda não se transformou eminentemente urbano", explicou Rodrigo Brindeiro, um dos autores do estudo sobre o vírus mayaro e coordenador da Rede Zika da UFRJ.



Segundo estudo recém divulgado, nos últimos anos o número de infecções por vírus mayaro aumentou nas regiões central e norte do Brasil. Desde a última epidemia do chikungunya em 2016, pesquisadores já alertavam  para o risco da disseminação do vírus mayaro nas grandes cidades da região sudeste e com potencial de estabelecer um cenário epidêmico no Brasil.
O vírus mayaro é um arbovírus da família Togaviridae, gênero Alphavirus, cujo vetor principal é o mosquito Haemagogus, que vive em áreas mais silvestres, como as florestas ou matas fechadas.
De acordo Amílcar Tanuri, coordenador do Laboratório de Virologia Molecular da UFRJ, onde o estudo foi realizado, em 2016, 279 amostras tinham indicação clínica de chikungunya. No entanto, 57 deram resultado inconclusivo. 
" Nós ficamos desconfiados e resolvemos fazer um teste molecular para testar amostras inconclusivas. Para a nossa surpresa, dessas 57 amostras, achamos três que continham RNA compatível com o mayaro e por coincidência as amostras eram de pessoas residentes da cidade de Niterói e autóctones ", explicou.
A história epidemiológica da infecção por mayaro começou em 1954 em Trinidad e Tobago, quando o vírus foi isolado de amostras de sangue de cinco trabalhadores rurais que apresentavam uma doença febril. O vírus recebeu o nome em referência ao município de Mayaro, região sudeste de Trinidad, onde os casos foram registrados. 
O vírus tem sido relatado em alguns países da América Central e do Sul, geralmente em lugares com florestas tropicais, como Guiana Francesa, Bolívia, Peru, Suriname, Costa Rica, Guatemala, Venezuela, México, Equador, Guiana, Panamá e o Brasil.
De acordo com o Ministério da Saúde, o primeiro surto no Brasil foi descrito em 1955, às margens do rio Guamá, próximo de Belém (PA). Desde então, casos esporádicos e surtos localizados têm sido registrados nas Américas, incluindo a região Amazônica, principalmente nos estados das regiões Norte e Centro-Oeste. 

Como é feita a transmissão do vírus?

O vírus do mayaro é transmitido por meio de picada de mosquitos silvestres, principalmente os Haemagogus janthinomys, que vivem em matas e vegetações à beira dos rios.
Após a picada do mosquito infectado, os sintomas iniciam geralmente de 1 a 3 dias após a infecção. Esse tempo pode variar de pessoa a pessoa, dependendo da imunidade individual, quantidade de partículas virais inoculadas e cepa viral, entre outros fatores.
Essa espécie de mosquito costuma ficar na copa das árvores e picar macacos e pássaros, que são os hospedeiros primários da doença nesse ecossistema. No entanto, quando alguma pessoa entra na mata, principalmente entre 9h e 16h, horário em que o mosquito está mais ativo, ela também pode ser picada e contrair a doença.
A febre do mayaro não é contagiosa, portanto, não há transmissão de pessoa a pessoa ou de animais a pessoas. Ela é transmitida somente pela picada de mosquitos infectados com o vírus mayaro.

Quais são os sintomas da febre de mayaro?

Os sintomas da doença são semelhantes aos de infecções por outros arbovírus. 
- Febre aguda, semelhante à dengue.
- Dor de cabeça
- Dor muscular
- Dor nas articulações
- Inchaço nas articulações
- Manchas no corpo

Tratamento

Os sintomas são tratados de forma não específica semelhante aos de infecção pelo vírus chikungunya.  Não existe vacina.

Anvisa

Anvisa tira do mercado 200 lotes de remédio de pressão contaminados

Nesses lotes, o princípio ativo de losartana e valsartana contém impurezas que podem aumentar o risco de ter câncer. Anvisa explica que o risco para a saúde não é imediato.


A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) mandou retirar do mercado cerca de 200 lotes contaminados de remédios para a hipertensão. E alertou que quem usa os medicamentos para controlar a pressão deve continuar tomando os remédios.
Como muito remédio por aí, esses têm nomes difíceis: Losartana, Valsartana. Já explicar porque eles são importantes é simples. "Não posso ficar sem remédio. A minha pressão às vezes sobe muito", diz uma hipertensa.
Esses são remédios que muita gente toma para controlar a pressão arterial. Mas a Anvisa, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária, afirma que perto de 200 lotes desses remédios contêm impurezas que podem aumentar o risco de ter câncer.
Em todos esses lotes, o princípio ativo - o ingrediente principal do remédio - foi produzido ou na China ou na Índia. E diferentes indústrias farmacêuticas compraram esses princípios ativos para fabricar os remédios.
A Anvisa determinou o recolhimento desses lotes aqui no Brasil. Inspecionou 111 medicamentos e vistoriou 29 empresas, entre indústrias, importadoras e distribuidoras.
A agência diz que os princípios ativos importados são testados no Brasil, mas que esse tipo de impureza é um problema novo. “Até julho de 2018, nenhuma autoridade sanitária mundial e nenhuma empresa fabricante dessa classe de compostos imaginava ser possível a presença destas substâncias nessa classe de insumos farmacêuticos ativos. A partir do momento em que se verificou essa possibilidade, todas as especificações estão sendo revistas e a necessidade desse controle está sendo efetuada no momento”, explica Ronaldo Gomes, gerente-geral de Inspeção e Fiscalização Sanitária da Anvisa.
A presença dessas impurezas foi descoberta na Europa, em 2018. As farmácias já estão recolhendo os remédios. Agora, o mais importante nessa história é não parar de tomar remédio para a hipertensão.
A Anvisa explica que o risco para a saúde não é imediato. É pequeno. Até se alguém tomar esse remédio com impurezas na dose máxima e durante vários anos.
O presidente do Departamento de Hipertensão da Sociedade Brasileira de Cardiologia, Rui Póvoa, afirma que quem precisa controlar a pressão e para de tomar remédio é que corre risco imediato: “O indivíduo hipertenso, se ele parar de tomar o remédio, pode subir muito a pressão e ele ter um derrame cerebral. Pode ter um ataque cardíaco, ter um infarto do miocárdio. Então, continua tomando o remédio e vai trocar o lote que está com problema. E, enquanto não trocar, continua tomando o que tem”.
Muitas caixinhas de remédio que precisam ser recolhidas já não estão mais nas farmácias e, sim, nas casas de quem sofre de pressão alta. Por isso, é importante olhar se o remédio é de algum lote divulgado pela Anvisa.
A enfermeira Ana Maria Ferreira dos Santos toma Losartana e soube do problema na consulta na tarde desta sexta-feira (10). “O médico acabou de me falar, eu não sabia. Tenho que verificar esse lote e tomar minha medicação no horário”, fala.
O Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos declarou que o recolhimento de medicamentos que estejam fora do padrão é um procedimento de rotina da Anvisa, com o apoio da indústria farmacêutica. E que a oferta de produtos para hipertensão não vai ser prejudicada.
Para o consumidor, a Anvisa preparou uma lista com os números de lotes dos medicamentos que devem ser recolhidos, que pode ser rapidamente consultada. Basta verificar o número do lote que consta na caixa do medicamento e conferir aqui.
Para explicar o assunto com mais detalhes, a Anvisa publicou uma nota com várias informações sobre o tema para esclarecer e orientar a população. Confira aqui.

domingo, 12 de maio de 2019

Feliz Dia das Mães espciais com seus filhos mais que especiais....


Feliz Dia das Mães especiais com seus filhos mais que especiais....
“Alguma vez pensou como Deus escolhe as mães das crianças especiais?
Eu já… Uma vez vi Deus a pairar sobre a Terra, selecionando o seu instrumento de propagação com grande carinho (…). Enquanto observava, instruía os seus Anjos a tomarem nota num grande livro:
– Para a Beth, um menino. Anjo da Guarda, Matheus.
– Para a Miriam, uma menina. Anjo da Guarda, Cecília.
– Para a Regina, gêmeos. Anjo da Guarda Geraldo, ele já está habituado. Finalmente, Ele passa um nome para o Anjo, sorri e diz:
– Dê a esta mãe uma criança deficiente. O Anjo, cheio de curiosidade, pergunta:
– Porquê ela, Senhor? Ela é tão alegre!
– Exatamente por isso, diz Ele. Como poderia eu dar uma criança a uma mãe que não sabe o valor de um sorriso? Seria cruel…
– Mas será que ela vai ter paciência?
– Eu não quero que ela tenha muita paciência – disse Deus – porque aí ela irá afogar-se no mar da autopiedade e desespero. Logo que o choque e o ressentimento passem, ela saberá como conduzir a situação. Eu hoje estive a observá-la. Ela tem aquele forte sentimento de independência. O Anjo retorquiu:
– Mas ela terá que ensinar a criança a viver no seu mundo e não será fácil. Além do mais, Senhor, acho que ela nem acredita na Sua existência. Deus sorri, e diz:
– Não tem importância. Eu posso dar um “toque” nisso. Ela é perfeita. Possui o egoísmo no ponto certo. O Anjo engasgou-se:
– Egoísmo? E isso é, por acaso, virtude? Deus, acenou que sim e acrescentou:
– Se ela não conseguir separar-se da criança de vez em quando, ela não sobreviverá.
Sim, esta é uma mulher que abençoarei com uma criança menos perfeita.
Ela ainda não faz idéia, mas será, também, muito invejada. Ela nunca irá admitir uma palavra não dita, nunca considerará um passo como uma coisa comum.
Quando a sua criança disser “mãe” pela primeira vez, ela pressentirá que está a presenciar um milagre. Quando ela descrever uma árvore com um pôr-do-sol para o seu filho cego, ela verá como poucos já conseguiram ver a minha obra. Eu permitir-lhe-ei ver claramente coisas como ignorância, crueldade, preconceito e ajudarei-a sempre a superar tudo. Eu estarei a seu lado a cada minuto da sua vida, porque ela vai estar a trabalhar comigo.
– Bom – disse o Anjo – e quem o Senhor está a pensar mandar como Anjo da Guarda? Deus, sorriu e disse:
–Dê-lhe um espelho. É o suficiente.”
(Autor desconhecido)






Especial Dia das Mães

Separamos algumas reportagens verídicas, histórias de mães e pais que aprenderam a ser mãe. 


 Especial: Dia das Mães Programa encontrou mães incríveis pela região "Adoção"

 

Especial Mães : Programa Altas Horas " Adoção" Giovanna Ewbank chora ao lembrar pergunta da filha, Títi, sobre adoção Ela revela preocupação que a filha saiba a história verdadeira de onde veio, se emocionando com a pergunta da platéia

 

 Programa Encontro : Pai que é mãe Ton cria os dois filhos sozinho após a morte da esposa Ele conta que o momento mais difícil foi explicar às crianças que a mãe havia morrido

 


 Jornal Bom dia Pernambuco: Homenagem a mãe : Filhos e netos raspam cabelo para homenagear dona de casa que está em tratamento de cãncer Ação ocorreu na Zona Norte do Recife, às vésperas do Dia das Mães


Pai se veste de mãe

Faça a diferença: Jornal Anhaguera Pai viúvo se veste de 'mãe' para participar com filha de festa do Dia das Mães, em Goiânia Daniel Correa ficou viúvo há dois anos e meio e desde então é o 'pãe' da pequena Luna, que pediu para este ano ele participar da festa da escola de peruca loira e barba rosa. 'Foi impagável a reação dela', disse....

 

Programa Encontro

Programa : Encontro com Fátima Bernardes Parabéns professora Priscila Mota, da Escola Municipal Professor Cleston Mello Paiva na cidade de Cachoeira Paulista - SP.
Agradeço muito por fazer a diferença, na vida de seus alunos !

Vereador Aldeci Baianinho